The only thing that worth something..

29 01 2012

..because it helps me study!!!

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Incredible..

29 01 2012




Smells like..resolutions!

28 01 2012

Não gosto muito destas coisas de resoluções para o ano novo, especialmente quando são feitas no fim de Janeiro e vejo que quase não as cumpri. Acho que o principal propósito desta entrada será definir, de modo real, alguns objectivos para 2012, se calhar ao vê-los no ecrã estes ganhem nova importância.

Fica aqui então a lista, sendo que os números apenas contam como enumeração e não ordem de relevãncia ou urgência.

1) Começar a comer correctamente e a fazer algum desporto. Creio que o regresso à faculdade possa ajudar neste capítulo, pois permite uma maior disciplina de horários e rotinas. Cada vez me sinto mais descontente com aquilo que vejo reflectido no espelho e creio ser tempo de, pelo menos, tentar fazer algo para minimamente alterar isso.

2) Ler, no mínimo, 12 livros de ficção e 6 de não-ficção, sendo que livros necessários para a Faculdade não devem contar. Tenho andado demasiado preguiçoso no que toca a leituras e com este objectivo, creio que realizável, crio em mim o desejo de ver quanto consigo ler com o máximo de atenção, não aprecio leituras transversais.

3) (Fazer um pequeno esforço e) Tentar comprar a Terrorizer/ Metal Hammer e a Loud! todos os meses. Em 2011, andei demasiado desligado do que se passou no género musical que mais aprecio. É quase vergonhoso para mim admitir isto. Exemplo perfeito disso é que, ainda neste momento, não ouvi os últimos discos de Machine Head ou Megadeth, por exemplo. Isto tem mesmo de mudar! (Penso que este será o ponto em que já mais trabalhei, comprei a Terrorizer e espero ansiosamente o lançamento renovado da Loud!, onde se poderão ler crónicas de David Soares. Para além disso, tenho acompanhado diariamente inúmeros blogs e sites o que me permite conhecer muito mais pormenores e bandas, apenas nestas 3 semanos, do que na totalidade das 52 de 2011.)

4) Escrever!!! Escrever para mim e escrever no blog. Para isso comprei ontem um caderno genial para os meus devaneios neuróticos e estabeleço, entre outros que vou pensando, o objectivo de 100 reviews musicais em 2012. Vai ser árduo mas estou cansado desta luta consciente contra as ideias que me surgem em pensamento, luta essa que nasce do preconceito contra mim mesmo, de não ser bom o suficiente para as escrever.

5) Quero que 2012 seja o ano em que os meus projectos musicais ganham maior vida. Quero ir para estúdio com ambos! Fico super entusiasmado porque para mim é uma honra aprender com os meus companheiros de banda e poder tocar ao seu lado é um previlégio. (almost the smiths quote here!)

6) Agradecer mais aos meus amigos! (aqueles verdadeiros que sabem quem são) Sem vocês eu não estaria aqui e por isso creio este ser o ano indicado para começar a retribuir. Espero estar ao vosso nível!

 

E mais poderão surgir, também gosto de deixar o desconhecido comandar parte dos meus dias. Peço desculpa pelo conteúdo pouco interessante desta entrada mas era importante para mim faze-la.

^^





Free and independent

26 01 2012

“For me, life is writing and I can do it anywhere. It doesn’t matter where I am. I listen. I write. I live.”
Maynard James Keenan





Review (2) A tragedy in progress – Going down with the ship 2011

25 01 2012

Devo confessar que possuo um “soft spot” pelo género Post-Hardcore, não sei porquê mas sempre que calhou ouvir algo dentro desse espectro ocorreu um click que me agradava. Talvez por ser um género que se alimenta em alguns elementos progressivos ou por ser uma “grey area” em que ninguém sabe definir, ao certo, o que raio se pode ou não fazer.

Foi com isso em mente que ouvi este EP dos A tragedy in progress, uma vez que, nas informações que se encontravam disponiveis, podia encontrar que se enquadravam no Post-Hardcore, sendo que na altura não liguei por completo a restante informação: Emocore!! My bad..

E de facto é o que ouvimos neste pequeno registo de apenas 4 faixas, uma mistura entre instrumental super melódico, por vezes com a sensação de guitarra quase sem qualquer género de distorção, e breakdowns, se bem que neste capítulo se possa dizer que alguns deles até são interessantes. No que toca à voz, ou melhor vozes, estamos tambem perante uma mescla de clean com growl que, sinceramente, muitas das vezes me parecem desfazadas.

Comentário final?

Poucas coisas ficam na memória deste curto EP, talvez a vontade de ouvir, uma vez por outra, um ou outro breakdown novamente mas mais que isso é-me dificil dizer. Se tentarem “endurecer” um pouco o som, sem cair em clichés de “cores”, como muitas vezes se ouve, e até neste caso não é excepção, poderão tornar-se numa audição mais memorável.

Deixo aqui uma amostra do que se pode esperar  de A Tragedy In Progress. Relembro que esta é apenas a minha opinião e acho optimo darem oportunidade para ouvirem novas bandas e novos estilos, do not close your eyes and mind to the world!

 





Sonho europeu e sonho americano

22 01 2012

O Sonho Americano e o Sonho Europeu representam duas visões muito distintas de um mundo que se encontra em mudança cultural constante. “I have a dream”, a célebre frase de Martin Luther King, é aplicável a qualquer um dos sonhos, muito embora se deva deixar claro que os dois se encontram em clara oposição, por exemplo em questões como a liberdade e segurança (Rifkin, 2004).
A principal máxima do Sonho Americano, “Viver para trabalhar”, demonstra na perfeição os princípios motivacionais deste povo (Rifkin, 2004). Em primeiro lugar, têm a convicção, a nível espiritual, de ser o povo escolhido, sendo essa a principal razão para a sua postura de eternos optimistas (Rifkin, 2004). Suportados pela força e robustez da sua crença o cidadão americano sente-se mais propício a correr riscos e toda a responsabilidade, do seu sucesso ou fracasso, é centrada no indivíduo, dependendo o desenlace unicamente do seu próprio esforço (Rifkin, 2004). Pode assim afirmar-se que os Estados Unidos “vivem um sonho” de Individualismo Extremo (Rifkin, 2004).
O Sonho Europeu nasce de um conjunto de pressupostos muito distantes dos até agora vistos. Na Europa a máxima “Trabalhar para viver” ocupa o lugar de destaque, uma visão antagónica da americana que rejubila no crescimento económico e riqueza pessoal face ao desenvolvimento sustentável e qualidade de vida da visão europeia (Rifkin, 2004). Existe a crença na integração em deterimento da autonomia e independência dos demais, sendo valorizada a pertença a um largo grupo de comunidades na quais se estabelecem relações de interdependência (Rifkin, 2004). Este sentido de pertença leva a uma outra característica: a preservação da identidade cultural (Rifkin, 2004). Assim, a Europa tem uma postura muito mais multiculturalista em contraste com o pensamento muito local e pessoal da América, em que a quebra dos elos culturais é associada ao sucesso (Rifkin, 2004).
A existência de multinacionais leva, muitas vezes, a um encontro entre as duas culturas sendo necessária uma prática da Gestão dos Recursos Humanos que solucione potenciais incompatibilidades, por exemplo nos processos de selecção em que alguns métodos são largamente aceites num determinado país enquanto que num outro não são sequer utilizados (Ryan et al., 1999). Assim, para além de uma diferença cultural e ideológica, podem existir variações na estructura política e nos factores económicos, que podem surgir como causa para as incompatibilidades encontradas (Ryan et al., 1999).
É tarefa de um Psicólogo Organizacional tomar em consideração todas estas características para levar a cabo uma boa prática na sua função. Este deve compreender qual a estratégia mais adequada para determinado país, e cultura, procedendo à prática mais adequada  (Ryan et al., 1999). Mas não só neste aspecto a cultura deve ser alvo de estudo de um Psicólogo Organizacional. A globalização económica é, actualmente, um dado adquirido ocorrendo assim com cada vez maior frequência o fenómeno da emigração. Deste modo, é imperativo que um eficiente Psicólogo compreenda, e analise, as diferenças estruturais inter-países, surgindo aqui como grande referência os estudos de Hofstede, que examinou as diferenças culturais através da análise de dados atitudinais de empregados em varíadissimos países (Ryan et al., 1999).  Das variadas dimensões apresentadas por Hofstede as mais relevantes para a prática dos Recursos Humanos seriam, tal como visto em Ryan et al. (1999), a atitude face a incerteza e a distância ao poder. A caracterização de um determinado país, dentro de cada dimensão, pode dirigir-nos para uma estratégia mais correcta e eficiente, por exemplo se determinado país tem como prática o estabelecimento de instruções específicas e uma monitorização da tarefa muito presencial e constante (Ryan et al., 1999).
Em suma, hoje é comum existir o choque entre o Sonho Americano e o Sonho Europeu, muito devido à expansão da existência de multinacionais sitiadas fora do seu país natal. Tal como os estudos de Ryan el at. demonstram as diferenças culturais são essenciais na adequação das práticas a determinados países e a exportação de metodologias com o objectivo  de estandardização pode levar um ambiente disfuncional, com graves consequências (Ryan et al., 1999). Deste modo, embora seja cada vez mais essencial pensar globalmente é, no entanto, muito importante não esquecer que as organizações serão sempre constituídas por pessoas, e essas pessoas terão sempre, com mais ou menos recessão económica, os seus valores e crenças.

Bibliografia:
•    Ryan et al., (1999), An international look at selection practices: nation and culture as explanations for variability in practice, Personnel Psychology 52
•    Rifkin, J. (2004), The European Dream, John Wiley and Sons LTD





It’s just a ride…

20 01 2012

 

Free and independent…